Por um tempo me silenciei
fiquei talves esperando alguem me falar
algo que me explicasse o que eu
nao conseguia explicar
esperando a luz sem ao menos procurar
aceitando o comodo
reclamando na monotonia
vendo os sonhos se esvaindo ao passar do dia
e sono que me consumia
o violão quebrado
os planos perdidos
mais um dia me levantei
vi em um olho pequeno e fragil
mais com toda uma riqueza
do significado de uma vida
que me explicou aonde estava
a ferida ...
e ela era só minha
parei de me lamentar pelo violão, pelas mudanças
me adaptei fiz musicas com minhas proprias maos.
